Pessoas inteligentes costumam ser admirados, aplaudidos e até, invejados por sua grande capacidade de se destacar em meio aos seres comuns e desprovidos dessa qualidade. Por outro lado, diversas pesquisas já descobriram alguns fatos não tão agradáveis, controversos ou até mesmo chocantes conexos às mentes inteligentes.
Se você conhece alguém ou se considerada uma pessoa altamente inteligente, veja abaixo alguns dos fatos relacionados às mentes brilhantes, acompanhe:

Pessoas inteligentes não fumam cigarro

Essa descoberta foi feita pelo Centro Médico do Hospital Tel Hashomer, localizado em Israel. Eles passaram a estudar 20 mil jovens adultos diariamente e, chegaram à conclusão que, quanto mais a pessoa fuma, mais seu QI tende a ser menor.
Quem fumava cerca de um maço de cigarros por dia, apresentou uma pontuação de 7,5 menor do que os não fumantes. O Dr. Mark Weiser, responsável pelo estudo, revelou que, a maioria dos fumantes tendem a serem pessoas com baixa escolaridade e mais pobres.

Pessoas inteligentes são mais liberais em assuntos políticos e não acreditam em Deus

Um estudo feito pelo pesquisador Satoshi Kanazawa, e publicado pelo jornal Social Psychology Quarterly sugeriu que, pessoas altamente inteligentes costumam adotar valores de ateísmo e liberalismo.
O estudioso revelou também que, altos níveis de inteligência não apresentam somente efeitos positivos, especialmente em relações envolvendo família e amigos. O pesquisador explicou que as pessoas altamente inteligentes, mesmo sendo liberais, podem viver sozinhas, seja por não serem devidamente compreendidas ou por não saberem socializar com os demais.

Pessoas altamente inteligentes não tinham relações íntimas em sua adolescência

Mesmo sendo um assunto muito polêmico e complicado de ser compreendido claramente, um estudo realizado por pesquisadores da Universidade da Carolina do Norte, revelou que, adolescentes que carregam um QI superior a 110 tendem a não terem uma vida íntima totalmente ativa.
A pesquisadora Mariah Mantsun Cheng, contou que aproximadamente 40% dos adolescentes que apresentaram uma pontuação média de QI já haviam praticado o ato – entre os adolescentes que apresentavam um QI acima de 110, esse índice diminui para 30%, o que demonstra que os adolescentes considerados “gênios”, ainda não se sentiam preparados para perder a virgindade ou por outro motivo ainda não teriam iniciado uma rotina sexual ativa.

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